
Panqueca de fubá com erva-doce
A panqueca que sempre foi de milho
A panela que só se abre depois de 12 horas
Tem panela que pede paciência: o barreado fica mais de 12 horas lacrado com farinha antes de virar pirão na mesa. 🍲
Cozinhar agora passo a passo, em tela cheiaO barreado é o prato-símbolo do litoral do Paraná: carne de acém, toucinho, cebola, alho, louro e cominho arrumados numa panela de barro, que é vedada com uma pasta de farinha de mandioca e fica mais de 12 horas no fogo baixo sem ser aberta. O nome vem justamente desse lacre, que "barreia" a tampa. A tradição caiçara de Morretes, Antonina e Paranaguá herdou o prato das festas do Entrudo açoriano: a panela cozinhava sozinha enquanto a cidade dançava o fandango.
O que torna o barreado especial é o jeito de comer. A carne sai desmanchando, num caldo concentrado, e o pirão não vai para a mesa pronto: cada um faz um monte de farinha no próprio prato, rega com o caldo fervente e mexe até dar liga. Por cima vai a carne, e ao lado a banana-da-terra madura. Esta receita serve 8 pessoas e mostra o passo a passo do lacre, o cuidado se ele rachar e o ponto certo para abrir a panela.
No litoral do Paraná, o barreado nasceu nas festas do Entrudo açoriano: a panela lacrada cozinhava sozinha enquanto a cidade dançava o fandango. Doze horas depois, ela se abre assim.
Receita inspirada na tradição do barreado de Morretes e Antonina, litoral do Paraná
Toste o cominho numa panela de barro seca até perfumar
Misture a carne, o toucinho, a cebola, o alho, o louro, o cominho, sal e pimenta numa tigela
Arrume tudo em camadas na panela de barro, começando pelo toucinho, e regue com a água
Tampe e vede a junção com uma pasta grossa de farinha e água morna
Cozinhe em fogo bem baixo por 12 horas ou mais, refazendo o lacre se rachar
Quebre a crosta, abra a panela e confira se a carne desmancha
No prato, faça um monte de farinha, regue com caldo fervente e mexa até virar pirão
Sirva com a carne por cima e banana-da-terra ao lado
Não abra a panela no meio do cozimento: se o lacre rachar, tape a fresta com mais pasta de farinha e deixe seguir.
Sirva com o pirão feito no prato com farinha de mandioca fina e caldo fervente, a carne por cima e banana-da-terra madura ao lado.
Guarde a carne com o caldo em pote fechado na geladeira por até 3 dias. Reaqueça em fogo baixo até o caldo ferver e só então faça o pirão no prato, na hora de comer.
O barreado é da tradição caiçara do litoral do Paraná, de cidades como Morretes, Antonina e Paranaguá. Ele vem das festas do Entrudo açoriano, quando a panela lacrada cozinhava sozinha enquanto a cidade dançava o fandango.
O nome vem do lacre: a junção entre a panela e a tampa é vedada com uma pasta de farinha de mandioca e água, que "barreia" a panela. Esse barro de farinha segura o vapor durante as horas de cozimento.
O barreado cozinha em fogo bem baixo por 12 horas ou mais, com a panela lacrada. O ponto é quando a carne desmancha ao ser tocada, o que se confere só depois de quebrar a crosta e abrir a panela.
Esta receita usa 2 kg de acém em cubos de 4 cm, junto com 250 g de toucinho. O acém aguenta o cozimento longo e sai macio e desfiando, deixando o caldo encorpado.
Não abra a panela. Prepare mais pasta grossa de farinha de mandioca com água morna, tape a fresta e deixe o cozimento seguir normalmente.
No prato, faz-se um monte de farinha de mandioca fina, rega-se com o caldo fervente e mexe-se até virar pirão. A carne vai por cima e a banana-da-terra madura acompanha ao lado.
A panela de barro é a tradicional e ajuda a manter o calor estável por horas. Uma panela de fundo grosso com tampa pesada funciona como adaptação, mantendo o lacre de farinha e o fogo bem baixo.








Fonte e inspiração: Tradição caiçara do litoral paranaense (Morretes, Antonina e Paranaguá), herdada do Entrudo açoriano
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Imagens e vídeo gerados com IA. Receita escrita pelo mimo.tv a partir das fontes citadas; publicada em 5 de outubro de 2026.

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