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O verdadeiro Bauru do Ponto Chic
Uma pitada de sal no café do avô

O avô Rago tinha um segredo pro café: meia colher de chocolate e uma pitada de sal misturados no pó.
Cozinhar agora passo a passo, em tela cheiaSal no café parece coisa de quem errou o pote, mas na casa do seu Rago era regra. O avô jurava que café bom tem segredo: meia colher de chocolate em pó e uma pitada de sal misturados no pó antes de passar. O sal tira o amargo, o chocolate deixa o gosto redondo, e a casa inteira acorda com o cheiro. É um costume das cozinhas de casa do Sudeste, passado no coador de pano apoiado na mariquinha, o suporte de madeira que é a cara de Gonçalves, em Minas.
Esta receita, da série Boteco de autor, rende 500 ml e fica pronta em 10 minutos. Ela ensina a proporção certa de pó e água, o ponto da água sem ferver e o jeito de molhar o pó pra ele estufar antes de receber o resto. O resultado é um café coado encorpado, macio, sem aquele amargo que pega no fundo da garganta. E ninguém percebe o sal, que é justamente a graça.
O seu Rago jurava que café bom tem segredo: meia colher de chocolate e uma pitada de sal no pó. O sal tira o amargo, o chocolate deixa o gosto redondo, e a casa inteira acorda com o cheiro.
Receita inspirada no café do avô Rago, tradição de família.
Escalde o coador de pano e o bule com água quente e descarte a água.
Misture o café, o chocolate e o sal numa tigelinha.
Aqueça a água até subirem as primeiras bolhinhas, sem deixar ferver.
Coloque a mistura no coador, apoiado na mariquinha sobre o bule.
Regue só um pouco de água e espere o pó estufar.
Despeje o resto da água devagar, em círculos, pelo centro.
Deixe pingar todo e sirva na hora.
use chocolate em pó de verdade, não achocolatado, e não exagere no sal. É só pra cortar o amargo, ninguém pode sentir o gosto.
Sirva puro, em xícara pequena, com pão de queijo, broa de fubá ou bolo simples de tarde. Também acompanha bem um pão com manteiga no café da manhã.
O café do avô Rago é pra beber na hora, como pede a receita. Se sobrar, guarde numa garrafa térmica escaldada por poucas horas e não leve de volta ao fogo pra ferver, que o amargo volta.
Tira, sim. O sal reduz a percepção do amargo na língua, então uma pitada misturada ao pó deixa o café mais suave. A quantidade é mínima: a ideia é que ninguém sinta gosto de sal.
Nesta receita, 1 pitada para 5 colheres de sopa de pó e 500 ml de água. É o que cabe entre dois dedos. Se o sal aparecer no gosto, diminua na próxima vez.
Não é recomendado. O achocolatado tem muito açúcar e pouco cacau, deixa o café doce e sem o gosto redondo que o chocolate em pó de verdade dá. A dica da receita é usar chocolate em pó legítimo.
Água fervendo queima o pó e extrai compostos amargos. O ponto certo é quando sobem as primeiras bolhinhas no fundo da panela, logo antes da fervura.
É o suporte, geralmente de madeira, onde se apoia o coador de pano sobre o bule na hora de passar o café. Ela é tradicional em Minas Gerais, e a receita faz referência à mariquinha de Gonçalves-MG.
Esta receita usa 5 colheres de sopa de café em pó para 500 ml de água, mais meia colher de sopa de chocolate em pó e uma pitada de sal. O resultado é um café encorpado, sem ser forte demais.
A água quente tira o gosto de pano do coador e aquece o bule, para o café não esfriar ao cair. Depois é só descartar essa água e seguir com a receita.








Fonte e inspiração: Tradição de família: café do avô Rago
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Imagens e vídeo gerados com IA. Receita escrita pelo mimo.tv a partir das fontes citadas; publicada em 10 de outubro de 2026.
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