
Panqueca de fubá com erva-doce
A panqueca que sempre foi de milho
Pastel de angu: o pastel mineiro que não leva trigo
Em Itabirito, o pastel não leva trigo: a massa é angu, sovado ainda quente na pedra-sabão até ficar liso e dourado. 🌽
Cozinhar agora passo a passo, em tela cheiaPastel de angu é o pastel de Itabirito, em Minas Gerais, que dispensa o trigo: a massa é o próprio angu de fubá, sovado ainda quente com polvilho azedo e ovo até ficar liso e dourado. Conta-se que a ideia nasceu nas cozinhas da Fazenda dos Portões, onde o angu que sobrava do almoço não ia para o lixo, virava massa de pastel. Só fubá, polvilho e paciência mineira.
O resultado é um pastel de casca crocante e sequinha por fora, com aquele gosto de milho que nenhuma massa de farinha de trigo entrega. Nesta versão, o recheio junta três pilares da mesa mineira: queijo do Serro ralado grosso, carne de sol desfiada e banana-da-terra madura, que equilibra o sal com um toque doce. A receita rende cerca de 10 pastéis em uma hora e mostra o ponto certo do angu, o jeito de sovar na pedra-sabão e o truque para a massa não rachar na hora de abrir.
Conta-se que, nas cozinhas da Fazenda dos Portões, em Itabirito, o angu que sobrava do almoço virava massa de pastel. Nenhum grão de trigo: só fubá, polvilho e paciência mineira.
Receita inspirada na tradição do pastel de angu de Itabirito (MG)
Cozinhe o fubá com a água, o sal e a banha, mexendo sempre, até virar um angu firme que desgruda da panela.
Vire o angu ainda fumegante na pedra-sabão polvilhada com fubá.
Abra um buraco no centro e junte o polvilho azedo e o ovo.
Sove com a massa ainda morna até ficar lisa e dourada, sem grudar.
Cubra com um pano de linho úmido e deixe descansar 15 minutos.
Abra discos finos, recheie metade com queijo, carne de sol e banana, feche em meia-lua e aperte a borda com o garfo.
Frite em óleo bem quente no tacho até dourar por igual e escorra antes de servir.
Se a massa rachar ao abrir, ela esfriou demais: junte uma colherada de água morna e sove de novo.
Sirva quente, logo depois de escorrer, com molho de pimenta ao lado. Vai bem como petisco de fim de tarde ou acompanhando um café coado.
O pastel de angu é melhor saído do tacho, quando a casca está crocante. Se sobrar, guarde frio em pote fechado na geladeira por até 2 dias e reaqueça no forno ou na airfryer, nunca no micro-ondas, para a casca não amolecer.
O pastel de angu é tradição de Itabirito, em Minas Gerais. Conta-se que nasceu nas cozinhas da Fazenda dos Portões, onde o angu que sobrava do almoço virava massa de pastel.
Não. A massa leva só fubá mimoso, água, sal, banha, polvilho azedo e ovo. É justamente isso que diferencia o pastel de angu do pastel de feira, feito com massa de trigo.
Quase sempre porque esfriou demais antes de ser aberta. Junte uma colherada de água morna, sove de novo até ficar lisa e mantenha a massa coberta com pano úmido enquanto trabalha.
O angu tem que ficar firme, a ponto de desgrudar da panela enquanto você mexe. Angu mole não dá liga com o polvilho e a massa fica grudenta.
A receita pede polvilho azedo, que dá a casca mais crocante e o sabor característico. O doce até liga a massa, mas é uma substituição e muda a textura do pastel.
Esta versão usa queijo do Serro ralado grosso, carne de sol dessalgada e desfiada e banana-da-terra madura em cubinhos. A combinação junta o salgado da carne e do queijo com o doce da banana.
Os ingredientes da massa, fubá e polvilho, não contêm glúten, porque a receita não usa trigo. Quem tem doença celíaca deve conferir se o fubá e o polvilho comprados são certificados, por risco de contaminação cruzada.








Fonte e inspiração: Tradição popular de Itabirito (MG), ligada às cozinhas da Fazenda dos Portões
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Imagens e vídeo gerados com IA. Receita escrita pelo mimo.tv a partir das fontes citadas; publicada em 8 de outubro de 2026.

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